sexta-feira, 30 de janeiro de 2009


Inverno
A verdade é que não nos podemos queixar muito!!Comparado a países como Inglaterra, Escandinávia, Dinamarca e muitos mais, nós praticamente não temos Inverno!! Mas este Inverno (bolas!!) está ser demais!!! Chuva Chuva e mais Chuva!! Desde Novembro que estou nesta casa, pela primeira vez tenho um espaço exterior, e ainda não consegui lá meter o pé!!!Estamos mesmo mal habituados!! Há seis anos (já!) que tenho bébes em casa e nunca tive tanto tempo sem passear na rua com elas!!!Mesmo no Inverno, com uns bons agasalhos, vamos sempre dar o nosso passeio com o nosso Sebastião!! Andamos completamente fartos deste tempo!! Eu sei que falar do tempo é um assunto para quem não tem mais nada para dizer mas a verdade é que já não se aguenta!! Sendo assim vou por uma foto do verão para ver se não fico tão tristonha!!

sábado, 24 de janeiro de 2009

BOA ANO!!!

Ainda vou a tempo de desejar BOM ANO!!
Descobri este texto do Paulo Coelho (não sendo particularmente fã dos seus livros!!) gostei muito e achei que devemos começar o ano com bons ensinamentos!!Aqui vai:
"ENCERRANDO CICLOS
É sempre preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas, que precisamos de viver.
Encerrado ciclos, fechando portas, terminando capítulos (não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram).
Pode passar muito tempo a perguntar-se porque é que isto aconteceu...
Pode dizer, para si mesmo, que não dará mais um passo, enquanto não entender as razões que levaram, certas coisas, que eram tão importantes e sólidas na sua vida, serem subitamente transformadas em pó...
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: a sua parceria, o seu companheiro, os seus amigos, os seus familiares, todos estarão encerrando capitulos, a virar a folha, seguindo adiante e todos sofrerão ao ver que você está parado...
Ninguém pode estar, ao mesmo tempo, no presente, no passado nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem connosco. O que passou não voltará...
Não podemos ser eternemente meninos, adolescentes tardios, filhos tardios, filhos que se sentem culpados com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação que já foi embora e não tem a menor possibilidade de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas a orfanatos, vender ou doar livros..
Tudo neste mundo visível é uma manisfestação do mundo invisível, do que está a acontecer no nosso coração e, ao desfazer-se de certas lembranças, significa, também, abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora, soltar, desprender-se...
Ninguém está a jogar nesta vida com cartas marcadas, portanto ás vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam o seu esforço, que descubram o seu génio, que compreendam o seu amor.
Pare de ligar a sua televisão emcional e assitir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso estará, apenas, envenenando e nada mais...
Encerrando ciclos, não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo que já não se enacixa na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira, deixe de ser quem ERA e transforme-se em quem você é.
Paulo Coelho"

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Voá borboleta, abri bôs asas e voá
Bem trazêm quel morabeza
Quand m'oiábô
Bô ca têm ninhum tristeza
Mesmo si bô ta morrê manhã
Dor ca ta existi pa quem voá

Borboleta, borboleta
Abri bôs asas e voá, mesmo se vida bai amanhã
Borboleta...
Se um prende vivê ess vida
Cada dia voá

É um mensagem pa tude gente
Qui tá sobrevivê, tude alguêm sim força pá voá pa vivê
Lá na mei de escuridão,
No podê encontra razão
Só no credita
No podê voá

Borboleta, borboleta
Abri bôs asas e voá
Mesmo se vida bai amanhã
Borboleta
No podê vivê nos vida
Cada dia voá